sábado, 30 de novembro de 2013

Este mês em leituras: Novembro 2013

Que mês fraquinho. Não necessariamente na qualidade das leituras, mas tenho andado numa fase em que me distraio mais facilmente, e em que ando com menos tempo e vontade de ler... o que é irónico, tendo em conta que até tenho um horário mais relaxado. Venha um mês de Dezembro menos stressante (ah, boa sorte, porque não é o mês do Natal, nem dos balanços, nem nada) e mais produtivo.

Opiniões no blogue


Os livros que marcaram o mês

  • O Voo do Corvo, Juliet Marillier - preciso de repetir o nome da autora? Porque sendo assim, está tudo dito;
  • A Quinta dos Animais, George Orwell - amei o sentido de humor e de sátira do autor a construir esta história... entre este e o 1984, fiquei fâ;
  • Especiais, Scott Westerfeld - este marca pela negativa, achei fraquinho... o autor não é excepcional, pelo contrário, é mediano, mas costuma fascinar-me e entreter-me; a este faltou-lhe mesmo ali qualquer coisinha;
  • Allegiant, Veronica Roth - para o bem ou para o mal, o livro anda nas bocas dos fãs. Eu, que gosto da trilogia, não podia deixar de ler. Ainda me falta um bocadinho para acabar, talvez o faça ainda hoje... Suponho que vou reservar quaisquer veredictos até postar a minha opinião. Ou pelo menos até acabar de ler o livro. Mas vou desdizer-me e mencionar que me parece que vai marcar o mês pela positiva.

Outras coisas no blogue


Aquisições

Sangue Final, Charlaine Harris
A Ironia e Sabedoria de Tyrion Lannister, George R.R. Martin
Há quanto tempo é que eu ando a querer ler o Sangue Final...? Parecia que estava sempre alguma coisa contra mim, caramba. E achei piada ao conceito do segundo livrinho... eu adoro estes companions que se publicam em torno de algumas séries, por isso não resisti.

Um Atalho no Tempo, Madeleine L'Engle
Quando Tu Eras Meu, Rebecca Serle
Austenlândia, Shannon Hale
O Voo do Corvo, Juliet Marillier
Comprados com vales de desconto e afins, entre eles um livro muito esperado.

O Homem do Castelo Alto, Philip K. Dick
Estava a 5€ no Fórum Fantástico. Podia lá eu resistir ao seu canto de sereia?

O Juramento da Rainha, C.W. Gortner
Cartas da Nossa Paixão, Karen Knightsbury
Reli recentemente uma opinião mais antiga mas bem positiva duma blogger que até costuma dar boas recomendações de históricos, por isso fiquei curiosa acerca do primeiro. O segundo vinha de oferta.

Allegiant, Veronica Roth
Preciso de explicar? Ando obcecada com esta leitura há ano e meio.

Just One Year, Gayle Forman
A Gayle dá-me sempre uns livros lindos e terrivelmente emocionais, por isso não espero outra coisa desta duologia, que aproveitei para adquirir por o segundo livro (este) estar a um preço estupendo. A piada da coisa é o que primeiro livro da duologia foi enviado primeiro, segundo o Book Depository, mas este é que já me chegou às mãos. CTT de Portugal, já disse por estas páginas o quanto vos adoro? É que não posso começar a duologia pelo fim, bolas.

Frigid, J. Lynn/Jennifer L. Armentrout
Sentinel, Jennifer L. Armentrout
The Shadowhunter's Codex, Cassandra Clare, Joshua Lewis
A Jennifer é para mim aquilo a que os americanos chamam uma auto-buy author, qualquer coisa que ela publique vem cá para casa. O que me deixa ligeiramente aborrecida por ainda não lhe ter conseguido pegar, especialmente porque o Sentinel é o último da respectiva série e quero mesmo saber como acaba. O The Shadowhunter's Codex, devo dizer que é lindo? Visualmente estimulante? E perfeito para uma fã destes livros?

Os livrinhos da Disney nem tive oportunidade de lhes pegar, reflexo do mês mais abstraído que tive. Os livros em capa dura e lombada preta a brilhar são da colecção DC Comics, incluindo o primeiro da segunda série, que lá acabei por comprar. Os últimos são da colecção Astérix do Público, que tenho estado a fazer. E aqueles ali são os volumes II e III das Aventuras de Dog Mendonça e PizzaBoy, devidamente autografados no Fórum Fantástico. Um destaque para os autores dos livros, que estiveram muito pacientemente a trabalhar nos autógrafos até tarde no último dia do FF. Fascina-me a capacidade de desenhar, ainda mais num curto espaço de tempo, coisas tão giras.

Apenas uma menção especial a algumas aquisições no Fórum Fantástico: duas Nanozine, a Lusitânia nº 2, o Almanaque Steampunk 2013 e a gazeta especial do projecto Winepunk. E suponho que posso mencionar de passagem a constipação que "adquiri" nesse fim de semana, foi uma aquisição especial do Fórum Fantástico que me deixou duas semanas assim, fora de forma e mal humorada.

A ler brevemente

Bem, este mês estou mesmo optimista. Planeio ler as BDs da Disney, que não contam para as leituras, mas merecem uma menção, porque a editora/distribuidora está de parabéns pelo primeiro ano de edições, continuem assim. Provavelmente reler o primeiro do Dog Mendonça/Pizza Boy e ler os seguintes. Continuar a ler a colecção DC. Ler o Sangue Final e o do Tyrion, que bem preciso de me rir um bocadinho com as saídas dele. Ler o O Homem do Castelo Alto e o Fahrenheit 451 para leituras conjuntas. E ler os livrinhos da Jennifer L. Armentrout, que até já me estão a dar saudades dela. (Até parece que não li um livro dela há pouco tempo.) E, finalmente, babar para o The Shadowhunter's Codex.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Colecção Super-Heróis DC Comics - Volumes 18, 19 e 20

Batman: Outros Mundos, Brian Augustyn, Mike Mignola, Doug Moench, Kelley Jones, Dan Raspler
Este é um volume deveras interessante, pela premissa que as suas historias encerram: expor o protagonista a outros mundos, a coisas que no universo e continuidade regulares o super-herói nunca encontraria.

A primeira história, Gotham by Gaslight, é a minha favorita. Bruce Wayne vive numa Gotham vitoriana, no fim do século XIX, e dá por si a caçar Jack o Estripador, o assassino que depois de aterrorizar Londres pôs os olhos em Gotham. Achei que os paralelismos entre o Bruce vitoriano e o Bruce actual foram bem estabelecidos, e adoro o cenário vitoriano e a presença de Jack o Estripador. Agradou-me muito a arte, e a sua combinação com a cor, dando um estilo algo vívido ao desenho.

A segunda história, Red Rain, é daquelas que uma pessoa haveria de pensar "porque é que ninguém se lembrou disto mais cedo?", porque a associação Batman > morcego > vampiro é quase demasiado óbvia. Mas ao mesmo tempo acho a ideia de um Batman vampírico um bocado tolinha, e por isso não consegui levar a história completamente a sério. Pelo menos conseguiu manter-me a atenção do princípio ao fim. Na arte, não sou a maior fã. Há demasiados rendilhados nos fundos, e não sei se me agradam muito as cores usadas.

A terceira história, Sanctum, achei-a demasiado curta para realmente me cativar. Mas apreciei bastante a arte, na qual já se vê muito do que o autor faz no Hellboy, ou assim mo pareceu, do pouco que conheço do Hellboy.

Super-Homem: Legião dos Super-Heróis, Geoff Johns, Gary Frank
Já tive um vislumbre da Legião dos Super-Heróis, através da Crise nas Terras Infinitas, história também publicada nesta colecção. E gostei imenso de os conhecer melhor. Quero dizer, a Legião tem demasiados integrantes para os conhecer a fundo, mas a história faz um bom trabalho a apresentá-la minimamente, e à sua relação com o Super-Homem.

A história entreve-me e manteve-me entrosada, e adorei o conceito de um grupo de super-heróis de várias origens que se juntam para proteger a galáxia. Gostei ainda do conflito no cerne do enredo, um conflito enraizado nos meandros da Legião e da entrada (ou não) de novos membros. Gostei da arte em geral, mas achei demasiado desconcertante ver a cara do Christopher Reeve no rosto do Super-Homem. Imagino que a ideia era fazer uma homenagem, mas foi algo que me causou estranheza durante toda a história.

Super-Homem e Batman: A Rapariga de Krypton, Jeph Loeb, Michael Turner, Ian Churchill
Não estou familiarizada com a mitologia do Super-Homem, nem conheço por aí além os personagens que o rodeiam, mas diverti-me a conhecer melhor a Kara. Prima do Kal-El, ou Super-Homem, cai na Terra muito depois do previsto (a ideia é que fosse ela a criar o primo), e acaba por ser o SH a ter de lidar com uma primita adolescente.

Gostei bastante de ler sobre a relação que o SH e o Batman têm, as tensões, as piadinhas, e como a aparição da Kara provoca toda uma panóplia de drama entre estes dois. O Bruce, claro, fica logo desconfiadão, enquanto o que SH está mais pronto a aceitá-la. Afinal, não é o último sobrevivente de Krypton.

Sobre a arte, bem, eu já conhecia o artista graças ao primeiro volume da série Witchblade. E há coisas que ele faz muito bem, gosto bastante das caras, por exemplo, que me parecem expressivas. Mas depois o homem tem uma pancada qualquer por tornar roupas normalíssimas em coisas estranhas, pelo menos nas mulheres. A sério, a Kara aparece duas vezes de calças de ganga, e das duas vezes tive vontade de bater com a cabeça nas paredes. Não, as mulheres não usam fatos de banhos como se fossem camisas, e não, não usam cuecas tão lá em cima, nem calças tão cá em baixo. *facepalm* Graças a Deus que não dá para mexer muito no fato da Mulher Maravilha, ou sabe-se lá o que é que ele tinha inventado.

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Gostaria ainda de deixar um breve comentário à colecção toda. Em geral tenho estado a gostar, e fiquei muito contente por ser apresentada a um universo que me era bastante desconhecido... mas estou a encontrar pouca variedade entre os títulos. Eu gosto muito do Batman, mas já chega de Batmans e Super-Homens, o universo DC não tem mais heróis?

E até nos autores escolhidos vejo pouca variedade, há alguns que aparecem logo umas 3 ou 4 vezes, em 20 volumes... não sei, tenho a sensação que a colecção Marvel do ano passado era mais variada, e teve direito a menos volumes (25 no total, esta vai ter mais 10, por isso 30 no total). Entre os títulos da segunda série DC, vejo mais Batman, mais Super-Homem, e repetição de alguns autores... *cof*Geoff Johns*cof*

Isto deu-me que pensar. Gosto muito destas edições, têm sido muito boas e bem trabalhadas, mas tanta repetição fez-me pensar se devia continuar a fazer a colecção. Ainda por cima mudaram de jornal, para o semanário Sol, coisa que me deixou intrigada. Enfim... Sexta-feira logo decido.

domingo, 24 de novembro de 2013

Especiais, Scott Westerfeld


Opinião: Ok, definitivamente posso definir a minha relação com o Scott Westerfeld e os seus livros como uma relação bastante atribulada. Porque adoro os livros da trilogia Leviathan, e em geral admiro os conceitos e os temas que ele apresenta, mas depois às vezes é tão fraquinho a desenvolver a história e a transmitir algo com ela (again, a trilogia Leviathan parece-me ser a excepção, talvez por serem os livros mais recentes dele), que fico extremamente frustrada com o resultado final.

Neste terceiro livro da saga Uglies - e tecnicamente o último da história de Tally Youngblood - a protagonista vê-se novamente numa posição diferente, com uma mentalidade diferente. E se bem que tenha sido muito interessante vê-la funcionar no modo "Especial", também me custou ler algumas das coisas que ela pensava, nomeadamente a superioridade em relação aos não-Especiais, como o Zane. As cenas com eles foram tão tristes.

Também tive alguma dificuldade com os Cortadores, o grupo em que Tally e Shay se inserem. Pensei que uma parte de ser Especial já era ter uma cabeça relativamente livre de influências, ou "borbulhante", usando uma expressão do livro. Mas depois descubro que este grupo de Especiais usa a auto-mutilação como forma de atingir o estado "borbulhante" ou "glacial". E enquanto que no livro anterior este tipo de comportamento auto-destrutivo era mais ou menos posto a uma luz negativa, aqui parece ser mais glorificado, e isso não está certo.

Apreciei a repetição do desenvolvimento de enredo, há uma certa ressonância no modo como a Tally começa a história numa dada posição, depois mostrando-se insatisfeita com essa posição e de certo modo ultrapassando as limitações da mesma. Mas não sinto que a Tally tenha realmente ultrapassado o ser Especial no fim do livro, tornando-se algo mais. Tem alguns momentos redentores, mas não sei se vejo uma evolução coerente que justifique o final que ela tem.

Sobre os personagens secundários, continuo a ficar algo furiosa cada vez que a Shay me aparece à frente. É que eu gostava dela e do que representava para a Tally (uma melhor amiga). Contudo, a relação delas danificou-se tanto que sempre que a Shay aparece é para recriminar e cobrar situações passadas à Tally, e o disco começou a tornar-se riscado de tanto repetido.

Gostei do que aconteceu à Dra. Cable, porque foi uma reviravolta bastante inesperada e merecida. E sobre os rapazes da narrativa, também não fiquei contente. O David praticamente não aparece neste nem no livro anterior, e no entanto acaba por ter mais preponderância em determinado momento do que as aparições dele o sugeriam. O Zane simplesmente é engolido pela narrativa e certas cenas com ele deviam transmitir mais emoção do que realmente transmitem. Mas isso é um problema do autor mesmo.

Acho ainda que o autor andou um bocado perdido em relação ao que queria mesmo que fosse a crítica central dos livros. Temos durante grande parte dos livros o dedo apontado à obsessão da sociedade pela beleza e pela perfeição, e ao controlo da sociedade através desta questão. Mas depois o fim vai numa direcção completamente diferente, com um tom mais ecologista e preocupado com a interacção do Homem com a Natureza... o que foi bastante inesperado.

Quero dizer, há nos livros uma crítica implícita à nossa sociedade, à sua dependência do petróleo e ao mal que fazemos ao planeta, através das menções ao passado desta sociedade. Só que são menções passageiras, e pouco significativas para o enredo dos três livros. Por isso, não faz muito sentido que este assunto se torne no ponto central da narrativa, e é o que o final faz dele.

Também há o problema de o fim não ser exactamente um fim. A história simplesmente... morre. Aceitaria um final aberto, mas até os finais abertos dão uma sensação de encerramento à narrativa. O que não acontece aqui. A história é interrompida e pronto. A mudança neste mundo fica a meio, o que seria bom, se me lembrasse do fim do Reached da Ally Condie, mas lembrou-me mesmo foi o fim do Requiem da Lauren Oliver, e esse foi horrível, mesmo, na questão de parar in media res.

Enfim, eu gosto mesmo de sofrer, por isso ainda tenciono ler o Extras, uma espécie de complemento à trilogia principal. Já tenho o livro, por isso é razoável que lhe dê uma oportunidade. E suponho que vai ser refrescante não ter de aturar novamente os mesmos personagens. O que, agora que penso nisso, não é coisa muito abonatória de se dizer, mas hoje não me sinto propriamente caridosa.

Título original: Specials (2006)

Páginas: 288

Editora: Vogais

Tradução: Catarina Gomes

sábado, 23 de novembro de 2013

Poison Dance, Livia Blackburne


My thoughts: Poison Dance is a prequel novella for Midnight Thief, the author's YA debut scheduled for July 2014. It tells the story of James, an assassin working for the Assassin's Guild who finds himself wanting the leave the Guild, and Thalia, a dancer who can facilitate the means to his departure, if only he helps her on a mission of vengeance.

I'm a big fan of high/epic fantasy, so I was definitely intrigued with Midnight Thief's premise. And Poison Dance was the perfect way of quenching my thirst, yet having me yearning for more. James and Thalia are such interesting characters, and I was engaged in their tale.

James is an assassin for hire, but as the Guild's leadership changes, he finds that he isn't very eager to work for the new leader, and makes plans to leave the city. His backstory, his motives to become an assassin, his group of friends and his cool-headed, clever personality helped to flesh out his character and made me want to get to know him better. It's pretty obvious who he is, reading Midnight Thief's description, and Poison Dance was a good way to understand how he came to be in that position.

Thalia, though, was the star of the story for me. Driven by revenge, she mourns the loss of a loved one. She is focused on one purpose only: she wants a chance to get close to her mark, and she asks James for help in order to achieve it. Her story broke my heart, and made me wish for a different ending than the one I suspected was coming. I admired her stubborness and her drive to achieve her goal, and I kind of wanted more scenes with her and James, because their relationship was just full of possibilities.

The only problem I had with this novella is one I personally have with many short stories and novellas: I wanted more. It's hard to walk the fine line between captivating the reader's attention and keeping the story short, but I think the author did a decent job in that aspect, though.

What I missed the most was a bit more of worldbuilding. There are only a few things about the Assassin's Guild and how the city works, and it wasn't enough for me to get a good mental picture of this world. But I understand worldbuilding is the hardest part to introduce in a short story, so I'll just wait for Midnight Thief to get my fix.

The secondary characters were developed sufficiently to get me invested and keep the story going, and I would like to meet again James' friends in the sequel. The writing was good enough to keep me engaged, but I'll defer to Midnight Thief to give me a, say, better picture of it.

The ending, well, wasn't really a surprise for me, since everything pointed towards it, but I don't think that that was the point... it was, though, emotionally poignant, and knowing what would happen didn't soften the blow for me. I did want to see James's reaction better explored, to painstaking detail even. (What can I say, I like to suffer with the characters.)

Long story short (ha!), Poison Dance was an interesting prequel, one that kept my interest and introduced me satisfyingly to this world. I loved to meet the characters, and I was left begging for more. I will be eagerly anticipating Midnight Thief's release.

I received an electronic review copy from the author in exchange for an honest opinion of the book. This has in no way affected my thoughts on the book.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Picture Puzzle #69


O Picture Puzzle é um jogo de imagens, que funciona como um meme e é postado todas as semanas à quarta-feira. Aproveito para vos convidar a juntar à diversão, tanto a tentar adivinhar como a fazer um post com puzzles da vossa autoria. Deixem as vossas hipóteses nos comentários, e se quiserem experimentar mais alguns puzzles, consultem a rubrica nos seguintes blogues: Chaise Longue.

Como funciona?
  • Escolher um livro;
  • Arranjar imagens que representem as palavras do título (geralmente uma imagem por palavra, ignorando partículas como ‘o/a’, ‘os/as’, ‘de’, ‘por’, ‘em’, etc.);
  • Fazer um post e convidar o pessoal a tentar adivinhar de que livro se trata;
  • Podem ser fornecidas pistas se estiver a ser muito difícil de acertar no título, mas usá-las ou não fica inteiramente ao critério do autor do puzzle;
  • Notem que as imagens não têm de representar as palavras do título no sentido literal.

Na semana passada ninguém acertou no puzzle #2, por isso ei-lo de volta, com mais umas pistas.

Puzzle #1
Pista: título clássico em português.

Puzzle #2
Pista: título YA histórico em inglês; autora debutante; a história passa-se em 1918, na altura da Gripe Espanhola.

Divirtam-se!