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segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Onde é que eu já vi isto?

Bem, depois de um Verão atarefado com o 45 Days Book Challenge, e de um regresso às aulas da faculdade ainda mais trabalhoso (parece que a cada ano os trabalhos para apresentar começam mais cedo... enfim, é o último ano), vou ver se volto a algumas rubricas meio abandonadas.

O primeiro caso descobri-o graças à minha irmã. Há uns dias a Nalini Singh divulgou a capa americana (à esquerda) de um livro seu que está para sair, Tangle of Need, o 11º da série Psy-Changeling. Achei que a capa me era familiar, e a minha irmã tirou-me as dúvidas: é a capa do Highlander - Amante Imortal, da Karen Marie Moning (à direita). Acho que a última usa melhor a imagem.


O segundo caso deve-se a duas capas da série The Hollows, da Kim Harrison. À esquerda temos a capa americana do 8º volume, Black Magic Sanction, cuja imagem foi usada para o 3º volume da edição portuguesa (à direita), Antes Bruxa que Morta. Gosto mais da portuguesa, que parece mais "limpa".

Depois, em baixo, temos a capa de This Side of the Grave, 5º volume da série Night Huntress da Jeaniene Frost. A imagem não é a mesma, e a modelo também não parece, mas a inspiração gráfica é definitivamente a mesma, com a gárgula e a mulher com ar fatal.



domingo, 29 de maio de 2011

Onde é que eu já vi isto?

O tema de hoje não é capas iguais, ou com a mesma foto, mas sim capas com fotografias originadas da mesma sessão fotográfica.

No primeiro caso, temos a similaridade que me inspirou para este post. Quando estava a ler o Em Nome da Memória, da Ann Brashares, olhei melhor para a capa e achei-a algo familiar. Lembrei-me da capa de Tris & Izzie, de Mette Ivie Harrison, que vai sair algures este ano. A pose é a mesma, os modelos (pelo menos a rapariga, já que não dá para ver a cara do rapaz) são os mesmos, só o local de onde o fotógrafo tirou a foto é diferente. Entre os dois, gosto mais do segundo, porque o da Ann Brashares tem demasiadas, hmm, coisinhas na capa. Ele é relevos, e brilhos dourados, e tantos arcos e traçados na capa... Acho que fazem demasiado ruído visual. E tambem acho que a capa é demasiado cor-de-rosa. A crer no segundo livro, a imagem original devia ser bastante rica em cores e o rosa deixa a imagem com um ar desbotado.


O segundo caso veio-me à memória logo a seguir. Temos a capa da edição Australiana de Unearthly, de Cynthia Hand (é a minha favorita, já agora, de todas as disponíveis para este livro até agora), e The Mephisto Covenant, de Trinity Faegen. Penso que o vestido e a modelo são os mesmos, logo é a mesma sessão fotográfica; a pose e o tratamento de Photoshop dado às capas é que é diferente. Gosto mais da primeira, já que os meus olhos são uns esfomeados e não conseguem deixar da olhar para o vestido vermelho e o contraste que faz com o resto da capa.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Onde é que eu já vi isto?

Ora hoje temos mais capas parecidas... Bem, no primeiro caso, uma das imagens não bem é uma capa, é uma publicidade.


Achei divertidíssimo que a senhora na capa de Uma Aposta Perversa, de Emma Wildes, da Planeta, apareça também num anúncio da Caras de Setembro de 2009... O pormenor das pulseiras todas modernaças no pulso da senhora é demais. Crédito para a minha irmã nesta descoberta, já que ela é que estava a folhear a revista e deu-se conta desta coincidência.

O segundo caso prende-se com uma imagem que suspeito que seja de um pintor conhecido ou algo do género, pois a imagem é bastante usada... Lembra-me nesse aspecto as imagens do John William Waterhouse usadas nas capas dos livros de Sevenwaters da Juliet Marillier.


Ora aqui temos, da esquerda para a direita: O Manuscrito Perdido de Lord Byron, de John Crowley, da Saída de Emergência; Também Aqui Moram os Deuses, de João Carlos Silva, da Chiado Editora; e A vontade de representação, de Bernardo Pinto de Almeida, da recentmente extinta Campo das Letras. Alguém conhece a imagem original, se é de algum pintor/movimento de arte conhecido?

domingo, 27 de março de 2011

Onde é que eu já vi isto?

Mais trocas e baldrocas. *roll eyes* Sei que provavelmente não são de propósito, mas parece haver um tema em mente quando se está a preparar a capa de um livro, e inevitavelmente há de haver o uso da mesma imagem em livros diferentes, de editores diferentes e países diferentes. (Isto agora fez-me pensar na teoria do caos.)

Primeiro temos a edição portuguesa de Evernight, da Claudia Gray, publicada o ano passado, e Thyla, de Kate Gordon, uma autora australiana, que está prestes a sair. Mudaram a cor dos olhos, mas a modelo é a mesma.


Depois temos As Esquinas do Tempo, da Rosa Lobato de Faria, que partilha a modelo da foto usada com Silk, de Penny Jordan e The Piano Teacher, de Janice Y.K. Lee. Devo dizer que este último tem uma capa no mínimo... estranha. Aquelas florzinhas no friso em baixo não combinam nada com o resto da capa.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Onde é que eu já vi isto?

Bem, tenho andado um pouco ocupada com as coisas da faculdade, por isso atrasei-me na presente leitura e ainda não posso deixar a minha opinião, mas venho deixar aqui um post com mais algumas "coincidências" de capas de livros... Devo dar o crédito a quem de direito, estas capas semelhantes foram inspiradas pelos comentários da Ana C. Nunes do blog Floresta de Livros no post anterior.

O primeiro caso é o do Beijo Gelado da Richelle Mead (esquerda), publicado pela Contraponto em Maio, creio eu, do ano passado, e o Carmilla do Sheridan Le Fanu (direita), publicado pela Quadra no fim de 2010. História verdadeira, cheguei a pegar no Carmilla na livraria a pensar que era o Beijo Gelado.

Well, since I've been a bit busy with stuff for college, I'm not able to post a review for the book I'm reading, but I'll be presenting today two cases of book cover "coincidences".

The first case of the "coincidences" I have to present today is of the Portuguese editions of Frostbite by Richelle Mead (left) and Carmilla by Sheridan Le Fanu (right). True story, I once grabbed Carmilla in the book store thinking it was Frostbite.


O outro caso a apresentar é de livros publicados pela mesma editora, a Saída de Emergência. São A Musa de Camões de Maria Helena Ventura (esquerda) e O Nó do Amor de Elizabeth Chadwick (direita). Curiosamente as trocas e baldrocas são tais que as capas são similares à edição original de Shadows and Strongholds da Elizabeth Chadwick (baixo), que em Portugal foi publicado pela mesma editora sob o título de Sombras e Fortalezas com uma capa diferente.

The other case I'm presenting is of two books published by the same publisher, one is a book (left) by a Portuguese author, Maria Helena Ventura, called A Musa de Camões (something like Camões' Muse); the other is the Portuguese edition of The Love Knot (right) by Elizabeth Chadwick. Interesting enough, these covers are similar to the English cover of Shadows and Strongholds (down), another book by Elizabeth Chadwick, that was also published in Portugal by the same publisher, only with a different cover.


É tudo por hoje. Quem sabe volto com mais coincidências em breve.

That's all, folks. Who knows, I might be back soon with some other "coincidences".

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Onde é que eu já vi isto?

Eu até sou muito distraída para estas coisas, mas ao cuscar a capa do 2º livro da série Soul Screamers da Rachel Vincent (edição do UK) fiquei com a sensação que me era familiar. Entra a minha irmã, que me espreita por cima do ombro, e diz "o que é que a capa do primeiro livro dos Midnighters (edição portuguesa) está aí a fazer?". A imagem usada, de uma rapariga com olhos verdes, é a mesma. Neste caso até foram os ingleses que nos imitaram, LOL. Imagino que temos a agradecer aos bancos de imagens estas coincidências.

EDIT: I'm turning this post bilingual.
I'm quite oblivious to this kind of things, but when I was checking out the 2nd book in the Soul Screamers series by Rachel Vincent (UK edition) I found its cover familiar. It was my sister that helped me realize that the girl is the same as the one in the Portuguese cover for the 1st book in the Midnighters series by Scott Westerfeld, published last year.


Outro que livro que me pareceu familiar mal o vi foi o Beijo das Sombras, da Richelle Mead (ed. portuguesa). No outro dia andava a pesquisar a série Morganville Vampires, da Rachel Caine, e topei o "gémeo" - Kiss of Death, o 8º livro da série. A modelo das fotos também é a mesma.

Another book cover that seemed familiar was the Portuguese cover for Shadow Kiss, 3rd book in the Vampire Academy series by Richelle Mead. I was checking out the Morganville Vampires series by Rachel Caine sometime later and realized the reason the cover was so familiar was because of the girl in it is the same as in the UK cover for Kiss of Death, 8th book in the Morganville Vampires.


Acho piada a ir topando estas coisas, quem sabe não me chama a atenção para novos livros? E ao aperceber-me finalmente das parecenças deixo de ter aquele estranho dejà-vu cada vez que olho para as capas. :P

I find it funny to figure out these things, sometimes it may grab my attention and introduce me to new books. ;)

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Onde é que eu já vi isto?

Ao ler a sinopse de uma novidade da editora Quinta Essência, tive um forte déja-vu...

Sinopse: Às vezes o amor dura mais do que uma vida

Daniel passou vários séculos a apaixonar-se pela mesma rapariga. Vida após vida, atravessando continentes e dinastias, ele e Sophia (apesar de ela mudar de nome e forma) têm sido atraídos um para o outro, e ele lembra-se de tudo. Daniel tem «a memória», a capacidade de recordar vidas passadas e reconhecer as almas daqueles com quem viveu anteriormente. É um dom e uma maldição. Por todas as vezes que ele e Sophia estiveram juntos ao longo da história, também foram afastados dolorosamente, fatalmente. Um amor sempre demasiado curto.

Intercalados na actual relação de Sophia e Daniel há vislumbres da sua longa história juntos. Da Ásia Menor em 552 à Inglaterra de 1918 e à Virginia de 1972, as duas almas partilham um longo e, por vezes, tortuoso caminho de busca contínua uma pela outra. Mas quando a jovem Sophia (agora «Lucy» no presente) começa finalmente a despertar para o segredo do seu passado em comum, a compreender a verdadeira razão da intensidade da sua atracção, a força misteriosa que sempre os afastou reaparece. Em última análise, têm de compreender o que se atravessa no caminho do seu amor para poderem passar a vida juntos.

Em Nome da Memória, uma história mágica de amor verdadeiro, devastadora e cheia de suspense, prova o poder e a resistência de uma união que estava destinada a ser.

E qual é o déja-vu? Bem, a sinopse lembra-me fortemente um bocado importante do enredo de Fallen/Anjo Caído, de Lauren Kate. É que até os nomes dos personagens são praticamente iguais. Será que ainda há coincidências?