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sábado, 5 de agosto de 2017

Curtas BD: Mulher Maravilha, volumes 4 e 5, + bónus

Mulher Maravilha: Homens e Deuses, George Pérez, Len Wein, Greg Potter
Esta é uma história que é um produto do seu tempo, mas é bastante boa apesar de tudo. É complexa, bem contada, e com um objectivo claro, o que é um bónus se estiver a ler BD. É palavrosa, mas não duma forma irritante e mal amanhada.

É um recontar de origens para a Diana e para as Amazonas. O enquadramento das personagens é na mitologia grega, e gosto que use a sua riqueza para complementar a história, adicionando-lhe algo de seu. É fascinante ler sobre os personagens olimpianos e o seu papel na narrativa, as facetas que assumem nesta versão.

Uma coisa gira é que pega nos personagens icónicos da Mulher Maravilha, a Etta Candy e o Steve Trevor, e os revitaliza para esta nova versão. E a arte definitivamente entranha-se. É complexa, quase barroca, mas muito interessante de acompanhar.

Mulher Maravilha: Deuses de Gotham, Phil Jimenez, J.M. DeMatteis
Outra que me encheu as medidas. Alguns vilões de Gotham incorporam alguns deuses relacionados com Ares, o deus da guerra, e o cruzamento é intrigante e interessante de ver. (O Joker é um deles. A versão deificada dele é... qualquer coisa.)

É uma história excitante, apesar de o enredo ser simples (derrotar os vilões), e gosto de a ver incorporar tantos personagens da "mitologia" da Mulher Maravilha e do Batman, com direito a vilões e heróis em igual medida.

A arte é reminiscente da do livro anterior - calculo que numa homenagem à mesma. O volume termina com uma história autocontida sobre a Mulher Maravilha, vista pelos olhos de outra mulher maravilhosa e humana - Lois Lane, que se divide entre a jornalista e a mulher nas suas observações. Bastante interessante. (Mas podia tentar não enveredar por uma pseudo-rivalidade. É parva.)

Wonder Woman vol. 4: War, Brian Azzarello, Cliff Chiang, Goran Sudžuka
Comprei porque estava a um bom preço e porque estava curiosa para ver como era esta particular interpretação da personagem. Estava ciente que isto é a meio da história, o que não me incomodou; mas talvez seja por isso que não me diz tanto quanto poderia.

Os personagens formam um grupo coeso, mas como não os vi formarem-se, não tenho razões para me preocupar com eles e com o que lhes acontece. A narrativa vai a meio, e apesar de ser fácil de acompanhar, também não é nada que impressione precisamente por não ter acompanhado de início.

No entanto, a dinâmica presente é interessante, especialmente os papéis que os deuses assumem na narrativa. O final entrega à Mulher Maravilha uma posição desafiante, e julgo que seria interessante de acompanhar no futuro. A arte é cartoonesca, mas inteligente, e também homenageia velhos mestres (há um pouco da New Genesis de Kirby na história).

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Curtas BD: Super-Heróis DC, vols. 13 a 15

Novos Titãs: O Contrato de Judas, Marv Wolfman, George Pérez
Há dois aspectos opostos desta história que fazem um par singular: é uma história típica dos anos 80, com tudo o que isso implica, e ao mesmo tempo tem uma certa profundidade e seriedade, que até nem parece coisa deste género de BD.

A descrição deste grupo de jovens é feita duma maneira a tender para o maduro; tem a sua leveza, também, mas tem momentos sérios e adultos com que têm de lidar. É muito claro que eles são adolescentes, mas não estupidificados, e até é bem interessantes acompanhá-los.

Contudo, a história tem elementos questionáveis - a questão da idade da Terra; tem problemas no enredo e no ritmo; e tem pormenores que são só parvos ou inexplicados - o uniforme do Nightwing dá vontade de rir, para não dizer pior, e a vilã detesta os Titãs só porque sim, porque o enredo o pede.

De qualquer modo, é uma história bastante cativante, a caracterização de alguns personagens deixa-me muito curiosa e com vontade de os voltar a ler e conhecer melhor.

Super-Homem & Mulher Maravilha: Par Perfeito, Charles Soule, Tony S. Daniel
Isto é um conceito estranho. Suponho que é óbvio que dois dos personagens mais populares e poderosos pudessem ser um par, mas nunca aconteceu e daí a estranheza.

Aqui a coisa curiosa é que o conceito resulta e não resulta. Não estou aqui a morrer para continuar a ler os dois personagens ou ver mais deles juntos, portanto não é uma coisa que me consome. Mas por outro lado, a coisa resulta. Resulta mesmo.

Apresenta uma exploração bastante credível do que seria uma relação entre dois personagens tão poderosos. Tem que havia confiança mútua, não pode haver egos. Os personagens estão à vontade nas suas capacidades e nas do outro, respeitam-se mutuamente e aprendem sobre as suas diferenças.

Podiam ser um casal a sério. Até podiam, só que nunca resultaria a longo prazo. A única coisa que os separa é todo este tempo de desenvolvimento individual, porque nunca os vimos juntos, e como são pessoas tão diferentes, desenvolvidos de maneira diferente e com valores diferentes, acabará sempre, imagino, por haver algo que os separa. Mas da maneira como são aqui escritos, podia acreditar.

Gosto bastante de como quando a relação deles é revelada, o mundo perde a cabeça, aterrorizado com a perspectiva de dois seres superpoderosos criarem devastação numa discussão de casal. É hilariante; mesmo zangados, nem o Clark nem a Diana seriam capazes de o fazer. Uma boa exploração da obsessão com a vida alheia nas redes sociais. E pontos bónus para a arte, que é muito cativante.

Esquadrão Suicida: Nós Que Vamos Morrer, John Ostrander, Luke McDonnell, Bob Lewis, Karl Kesel, Dave Hunt
Hmmm. Este é daqueles conceitos que descrito é bizarro e possivelmente parvo, mas funciona bem lido. Um grupo de vilões a quem é prometida liberdade em troca de embarcar numa missão, bem, suicida, pela dificuldade envolvida. Se bem que metade deles acaba por não ser vilão...

Acho que o que gosto mais neste volume é que até desenvolve bem as relações entre os personagens e conseguiu torná-los cativantes de ler; toda a gente tem a sua história e objectivos. Também achei que as sucessivas histórias são dinâmicas; não trazem nada de novo, propriamente, e às vezes são produto do seu tempo, mas mantêm o interesse, o que nem sempre acontece com histórias mais antigas.

É uma boa introdução ao conceito, e depois da publicidade feita ao filme que vem em Agosto (?), estou definitivamente intrigada.

sábado, 7 de novembro de 2015

Curtas: Poderosos Heróis Marvel, volumes 12 a 15

Thor: Coração do Mundo, Matt Fraction, Olivier Coipel
Este livro decorre, ao que sei, depois do evento Siege, e Asgard e os Asgardianos ainda se mantêm junto a uma cidadezinha do Oklahoma. Thor e Sif são enviados por Odin ao fundo de Yggdrasil, para encontrar uma misteriosa Semente do Mundo. Esse acto chama a atenção de Galactus, que vem para a Terra com o objectivo de a adquirir; só que Odin tem outros planos...

Normalmente não leio muita coisa que envolva os Asgardianos: é paradoxal, em teoria gosto muito da mitologia envolvida, e o que tenho encontrado agrada-me; mas há uma gravidade na atitude dos personagens que não me leva a lê-los muito.

Tendo dito isto, é uma premissa meio interessante. Frustra um bocadinho não saber o objectivo mais geral da introdução da Semente, mas a ideia é provocante, especialmente quando leva a questionar a natureza de divindade e dos deuses asgardianos. Tendo a desconfiar das aparições do Galactus, porque é suposto ser tão assustador, mas toda a gente e o primo deles quer usar o Galactus numa história, e dá a sensação que depois se arranja uma maneira demasiado fácil para derrotá-lo. Diminui a ameaça que é suposto representar.

Pontos altos do livro: a presença de Broxton, e a preocupação normal dos seus cidadãos com os vizinhos asgardianos; o Volstagg e o seu alheamento da realidade; e o Kid Loki, que é uma apresentação curiosa do personagem (e a tentativa dele roubar o cabelo da Sif é extremamente divertida).

O Thor parece um pouco estranho, está desenhado duma forma que não me parece visualmente muito interessante; e por outro lado, vejo a Sif por ali apenas a servir de enfeite do cenário, que também não é nada interessante.

Hulk: Futuro Imperfeito, Peter David, George Pérez, Dale Keown
Huh. Quem diria que o Hulk se torna 100 vezes mais interessante num futuro distópico e/ou pós-apocalíptico? Talvez seja da minha preferência pelo género, mas achei que ambas as histórias trouxeram ao cimo os conflitos essenciais do personagem.

Futuro Imperfeito mostra um Hulk do presente, a ser levado para um futuro distópico regido pelo Maestro. A relação entre os dois é fantástica de ver na página, e gostei bastante da exploração psicológica da mesma. O final é muito bom, usa elementos da mitologia do personagem e elementos da história, e fecha o ciclo.

Gostei tanto da arte, visualmente era bem estimulante, com uma bela cor, e tão detalhada. Algumas páginas eram estonteantes. (A sala dos artefactos de heróis do passado também era muito fixe.)

O Fim é totalmente pós-apocaliptico. Todo o mundo morreu num evento apocalíptico, e apenas o Hulk sobreviveu, passando os dias na dualidade entre o Bruce Banner e ele próprio. A desolação da paisagem é impressionante e assustadora, e aquela coisa dos insectos é simplesmente aterradora. Além disso, a ideia de outrém a vigiar a Terra durante o apocalipse é preocupante. Além disso, a dualidade entre as duas facetas do personagem é explorada duma forma que me agrada dentro do contexto.

Marvels: Através da Objectiva, Kurt Busiek, Jay Anacleto
Gostei bastante do primeiro Marvels, mas sabia que este era um pouco menos bem visto, e então estava curiosa e ao mesmo tempo de pé atrás quanto a lê-lo. Pois bem, é uma história de natureza um pouco diferente, mas igualmente satisfatória, parece-me. Funciona como sequela, mas algumas cenas mais do início estão intercaladas com os acontecimentos do primeiro livro, e gostei de seguir novamente o Phil.

O tom é menos esperançoso, mais negativo. Contudo, tendo em conta a condição do Phil, é o que faz mais sentido. Em adição, o Phil está a envelhecer, ao passo que estas maravilhas continuam na mesma e a salvar o mundo, o que compreensivelmente o deixa algo amargo. A velhice também pode trazer algum conservadorismo, que pode mudar a perspectiva do Phil.

Em último, o mundo também mudou. O sensionalismo das épocas mais tardias é muito certeiro, e compreende-se a desilusão de Phil com o seu meio, e a sua reaproximação dos que admirava. É isso que aprecio no livro, a relação de Phil com as maravilhas que continua a observar, a perspectiva do homem comum no meio do caos.

Pontos para a escrita, que achei mesmo emocional, capaz de evocar aquilo que Phil sentia no momento, de forma poderosa. Fiquei impressionada. O final é algo amargo, e inevitável, mas fico feliz pela reunião que trouxe. A arte, bem, isto não é nenhum Alex Ross - é injusto metê-lo ao barulho e permitir sequer a comparação, porque não é justo para os outros artistas. Até gostei deste trabalho, e como de certo modo era mais sombrio que no volume anterior. Muito adequado.

Gavião Arqueiro: Quem Pelo Arco Vive, Matt Fraction, David Aja, Javier Pulido, Alan Davis
Eu já opinei este livro aqui, e adorei, e a minha opinião mantém-se. Só queria uma oportunidade para o destacar outra vez. Agora que acabei a série estava a ficar com saudades, e aproveitei esta oportunidade para a releitura.

Este volume tem todos os números da revista contidos no primeiro volume da revista, mais o número 6, que já faz parte do segundo volume. E já agora que tenho oportunidade, destaque para as introduções incluídas em todos os volumes, são a primeira coisa que leio e são frequentemente interessantes, informativas e uma boa forma de entrar na história.

domingo, 8 de setembro de 2013

Colecção Super-Heróis DC Comics - Volumes 7, 8 e 9

Universo DC - Crise nas Terras Infinitas 1, Marv Wolfman, George Pérez
Universo DC - Crise nas Terras Infinitas 2, Marv Wolfman, George Pérez
Curiosamente, até agora o peso das histórias nesta colecção tem sido em títulos mais recentes... em comparação, tenho a sensação que a colecção da Marvel tinha mais histórias antigas. Não que me incomode, é apenas uma constatação de facto. Já estava com saudades dum estilo gráfico mais velhinho.

Não estou familiarizada com o estado do universo DC antes desta história, mas bolas, que salganhada deve ter sido. É impressionante a quantidade de personagens que foram desencantar para fazer uma perninha nesta "saga". E também é impressionante que tenham recorrido a uma solução destas para unificar o universo DC. No mundo dos comics é demasiado comum voltar atrás com eventos supostamente irreversíveis, ou afastar-se de coisas que sejam de facto permanentes e mudem o status quo. Nesse aspecto é fascinante ler uma história destas.

Achei a história em si um pouco longa em certos pontos, como que a engonhar. Há muitas reviravoltas, obrigando o leitor a estar atento, ainda mais com a quantidade de personagens envolvidas. (90% das quais eu não conheço, lol.)

Contudo, dei por mim embrenhada na história e intrigada com as ideias que apresenta. Gostei das poucas referências que pude reconhecer (como o paralelismo entre a história do Alexander da Terra-3 e o Kal-El, ou os aspectos da Terra-3 que se podem rever no mundo alternativo visto em Terra Dois).

Gostei imenso das ilustrações de capa pela artista Alex Ross, se bem que a imagem do segundo volume é algo spoilerenta para o conteúdo do mesmo, bem que podiam ter escolhido outra coisa.

Batman - Saga de Ra's Al Ghul, Dennis O'Neil, Neal Adams, Irv Novick, Mike Barr, Jerry Bingham
Este volume contém duas "arcos", e curiosamente nenhum pode reclamar o título do volume. (Pelo menos quando procuro por "Ra's Al Ghul Saga", a expressão aplica-se a uma história diferente no universo do Batman.)

A primeira parte contém uma história que me parecia familiar, com o Batman a ser submetido a um teste pelo Ra's e pela Talia. E tinha razão, pois consta do volume do Batman numa colecção de BD publicada pelo Correio da Manhã. Podiam ter incluído a história mencionada no editorial, em que a Talia aparece pela primeira vez.

Depois segue-se um arco de história em que o Batman se propõe a enfrentar e capturar o Ra's. A história em si tem uns buracos bem grandes, como o porquê do Batman precisar daquela equipa, quando afinal teve de fazer tudo sozinho no fim - e ainda mais ridícula é a efabulação em torno do gangster morto que o Bruce encarna de vez em quando, que não faz sentido nenhum. Mas gostei muito da personagem da Molly.

Aquilo que adorei neste parte é o desenho, que me agradou muitíssimo (e o trabalho de sombras não é tão estranho como o da segunda história no volume do Joker, é na verdade mais agradável), e a coloração, que dá vida à história e aos personagens.

A segunda parte consiste numa história completa em que o Batman, o Ra's Al Ghul e a Talia juntam forças contra um inimigo comum, o que acaba por ter a sua piada, tendo em conta que geralmente são inimigos (entre si). Foi interessante ver o Batman com a Talia, e os momentos idílicos que vivem. Se bem que a história não fez muito sentido com o que é revelado em Herança Maldita... mas depois descubro que essas revelações do Herança Maldita são o escritor a meter os pés pelas mãos. (E ninguém reparou antes de ir para publicação, o que ainda tem mais piada.) O que é que eu tinha dito sobre continuidade nos comics ali em cima? Não me agradou tanto a arte desta segunda parte. Achei o traço mais irregular e não achei tanta piada à coloração tipo aguarela.

domingo, 1 de setembro de 2013

Colecção Super-Heróis DC Comics - Volumes 5 e 6, e + BD

Joker: O Último a Rir, Alan Moore, Brian Bolland, Brian Azzarello, Lee Bermejo
Este volume contém duas histórias centradas no Joker, e acaba por tornar algo supérfluo o título da colecção (Super-Heróis DC), pois o Joker está muito longe de ser um herói, quanto mais um super-herói. Mas é uma boa aposta, porque é um personagem tão famoso e destacado no universo DC.

A primeira história é bastante conhecida, e suscitava-me curiosidade. Ao lê-la tive oportunidade de reparar no estilo de planeamento das pranchas, que é semelhante ao presente no Watchmen, e é aparentemente uma característica do trabalho do Alan Moore. A arte agradou-me muito, tem uma certa qualidade cartoonesca, e gostei da (re)coloração, que deu um ar muito vivo ao desenho.

A história conta, em flashbacks, a série de circunstâncias que levariam alguém a perder o juízo - o homem que se viria a tornar no Joker. Ao mesmo tempo, no presente, o Joker tenta reproduzir a mesma perda de sanidade no comissário Gordon, submetendo-o a coisas terríveis. É uma história interessante, por humanizar o Joker (ou a pessoa que ele foi), mas ao mesmo tempo afastá-lo da humanidade, devido à insanidade extrema que o caracteriza. A cena final é algo digno de se ver (ou ler).

A segunda história é mais longa e apresenta uma outra faceta do Joker, que tenta retomar à força a sua posição em Gotham City. A história segue um personagem, Jonny Frost, que segue o Joker na sua jornada de violência. É uma história interessante, que no fim acaba também por reflectir um pouco na relação Joker-Batman. Não me tornei fã da arte. Detestei o uso excessivo de sombras para criar texturas e profundidade. A única vez em que tal resultou para mim foi na cara do Joker, porque mostrava as expressões dele e porque estranhamente conjurava na minha cabeça a cara do Heath Ledger como Joker.

Mulher-Maravilha: Quem é a Mulher-Maravilha?, George Pérez, Phil Jimenez, Allan Heinberg, Terry Dodson
Este volume também nos apresenta duas histórias da Mulher-Maravilha. A primeira retrata um conflito na ilha de Temiscira entre várias tribos de Amazonas e apoia-se um pouco demais no conhecimento de conflitos e acontecimentos passados para o meu gosto. Mas a história em si é interessante, cheia de intriga, e parece apresentar no fim uma mudança de paradigma na ilha. A arte deixou-me intrigada. Não é o tipo de coisa que se veja habitualmente nos dias de hoje, é muito clássica e bonitinha, mas gostei de ver.

A segunda história é mais newbie-friendly, talvez por apresentar várias facetas da Mulher-Maravilha e colocá-la numa encruzilhada. Deu para me familiarizar com a personagem, diverti-me a conhecer o seu mundo e gostava de ler mais histórias com ela. Uma das minhas histórias favoritas da colecção até agora.

JSA Classified: Honor Among Thieves, Jen Van Meter, Peter J. Tomasi, Patrick Olliffe, Don Kramer
Esta foi uma compra não planeada, pois nunca tinha ouvido sequer falado da JSA (Justice Society of America), mas estava a um preço mesmo bom e veio cá para casa. A primeira história do volume foca-se na Injustice Society, um grupo de vilões. Achei fascinante ver este grupo a juntar-se para ajudar um dos seus, mostrando que não há assim tanta diferença entre eles e um qualquer grupo de heróis. E o final teve uma reviravoltazinha engraçada.

A segunda história foca-se em dois membros da JSA, o Flash e o Wildcat. Permitiu conhecer um pouco melhor os dois personagens, as suas personalidades e a dinâmica da sua relação e da com o grupo. Tem alguns momentos cruciais bem interessantes. No todo, o volume deixou-me curiosa acerca da equipa titular.