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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Foretold, Jana Oliver


Opinião: Sou adepta de manter as expectativas no mínimo para evitar ficar desapontada; no entanto, era difícil evitar ter algum tipo de expectativa para o último livro duma série que venho a seguir há menos de um ano. Ler quatro livros duma série num ano é raríssimo, e isso deixou-me bastante ligada aos mesmos. Felizmente a Jana Oliver fechou as coisas duma maneira muitíssimo satisfatória, e conseguiu mesmo surpreender-me, porque ela nunca vai pelo caminho mais óbvio.

Adorei a evolução da Riley e do Beck durante o livro, especialmente porque ando a torcer por isso desde o primeiro livro. Foi bom poder finalmente perceber porque é que o Beck funciona daquela maneira e desvendar o passado dele. Gostei de ver a Riley a lutar pelo Beck e a fazê-lo ver que merece a sua oportunidade. Vê-los juntos foi muito giro e deu-me uma pontada de orgulho de os ver mais maduros.

Gostei do que a autora fez com os personagens secundários. Todos tiveram um arco de história e uma evolução que me agradou e deu gozo a acompanhar. O Ori redimiu-se, a meus olhos; a sua história acaba por ser mais trágica do que pensava. O Simon cresceu um bocadinho. Gostava que ele encontrasse paz. O Master Stewart é fantástico, adorava as cenas em que ele aparecia só para imaginar o sotaque escocês - para não falar de ser tão intuitivo e esperto. O Master Harper - ainda bem que endireitou a vida. Não gostava do seu eu resmungão. E o Peter tornou-se num magnífico e valoroso amigo para a Riley. Até a Justine subiu uns pontos na minha consideração! E a Sadie foi uma personagem muito interessante e complexa. Foi giro vê-la com a Riley e ver o que fazia ao Beck.

O confronto final foi muito excitante e inesperado. Depois do livro anterior não sabia o que fazer com as pontas soltas que a autora tinha deixado, mas fê-lo duma óptima maneira. Os capítulos finais fecham tudo, mas deixam coisas em aberto, deixando-me dividida - entre um amargo de boca por tudo estar a acabar, e felicidade por ver as coisas levadas a bom porto. Os personagens bem merecem. Gosto do último capítulo, que fecha o ciclo. Só me resta citar a Riley: From now on, it's awesome or nothing.

Páginas: 448

Editora: Macmillan

segunda-feira, 12 de março de 2012

Forgiven, Jana Oliver


Opinião: Preciso de inspiração. Como é que eu falo deste livro sem spoilar??? São os livros awesome que me criam mais dificuldades, porque eu quero cantar as virtudes dos mesmos, mas não estragar as coisas para os outros. Neste caso, ainda é mais difícil, dado que a autora, quando o escreveu, não tinha a certeza da continuidade da série (vai haver pelo menos um quarto livro - não leiam a sinopse, que é altamente "spoilerenta" para este ou para os anteriores), e deixou muito poucas pontas soltas, escrevendo um final explosivo e excitante que me pôs a virar vorazmente as páginas.

Como já vai sendo hábito, o livro começa quase imediatamente a seguir ao anterior, desenvolvendo a situação espinhosa em que a Riley se tinha metido. Devo dizer que as coisas não evoluíram bem como esperava, no entanto foram, talvez por isso, mais satisfatórias.

Adorei a maneira como a autora desenvolveu alguns personagens - por exemplo, os Demon Hunters, que até me caíram no goto. O Master Stewart também se tem revelado um personagem interesssante - e qualquer cena em que ele e o Beck entrem ao mesmo tempo é algo hilariante para mim, porque passo a cena a tentar imaginar as falas deles nos respectivos sotaques (escocês e do sul dos EUA, respectivamente). E o Peter é fantástico como melhor amigo da Riley. Qualquer dia torna-se num  Demon Trapper!

A parte mitológica está bem encaixada com o avançar da história, culminando numa batalha final espectacular entre Céu e Inferno no cemitério de Oakland. Que tortura foi virar estas últimas páginas, porque nesse dia só podia ler umas poucas páginas de cada vez! Estava a torcer para que a Riley resolvesse a situação e não me desapontou.

Felizmente, também é nesta parte que as duas personagens principais, e pelas quais eu tenho vindo a torcer desde o primeiro livro, finalmente ganham juízo - go Riley e Beck! Estes dois são épicos, com tanta coisa entre eles por resolver e tanta história para trás. É engraçado, eles compreendem-se melhor que ninguém, mas são incapazes de não resmungar um com o outro sobre tudo e mais alguma coisa. Durante o livro realmente ganham juízo, mas o Beck sendo ele próprio recai no seu comportamento autodepreciativo e autodestrutivo... grrr, espero que seja coisa para resolver no próximo livro. O Beck precisa de ver que tem valor, e dado o feitio lutador da Riley, quem melhor para lhe fazer ver isso?

Bem, agora só me resta esperar até Agosto para pôr as mãos no último livro. Se por um lado quase tudo foi resolvido, o que me deixa tranquila, por outro as coisas que faltam resolver deixam-me muito ansiosa e curiosa para ver o que vai acontecer. Bem, pode ser que tenha sorte e aconteça o mesmo que a este livro, que foi enviado uns dias antes da data de publicação. Seria óptimo poder lê-lo o quanto antes!

Páginas: 416

Editora: MacMillan Children's Books

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Forbbiden (bónus: Retro Demonology), Jana Oliver


Opinião: Neste segundo volume da série The Demon Trappers, a história começa quase imediatamente no ponto em que o outro livro terminou, dando o mote para o livro: vai ser uma viagem alucinante, aprofundando os temas abordados no 1º livro.

Com efeito, o enredo adensa-se à medida que descobrimos mais sobre os personagens e sobre o que aconteceu e o que está para vir, enquanto que novas adições à história contribuem para complicar a vida a Riley, a protagonista. Começo a ver uma imagem geral da história que me intriga e deixa curiosa em relação à maneira como a autora vai desenvolver a história no 3º livro.

A mitologia e o world builiding aprofundaram-se duma maneira que me agradou muito. Aquilo que descobrimos sobre o Apocalipse, e a dualidade Céu-Inferno, ou anjos-demónios, é bem interessante. Os Demon Hunters fazem finalmente uma aparição, e dada a sua rivalidade com os Demon Trappers, acabam por trazer apenas problemas, e não soluções, a Atlanta.

Gostei de descobrir mais sobre o grupo dos necromancers/summoners através do personagem Mort. Também gostei de ver Peter, o amigo de Riley que estava à parte deste mundo de caça aos demónios, fazer um esforço por se envolver mais no mundo de Riley.

A Riley, como protagonista, é das minhas favoritas. É esperta, costuma tomar decisões sensatas, tem problemas como uma miúda normal. Seria tudo perfeito, se ela não tomasse as piores decisões de sempre no que toca a relacionamentos amorosos. Primeiro, o Simon. Não quero gabar-me que tinha razão, mas, bem, eu tinha razão. O rapaz fez jus ao seu nome e à minha teoria (os Simons são sempre idiotas e os que seguram a vela) e perdeu a cabeça.

Depois, o Ori. Outro sobre o qual eu tinha muita razão, e ainda mais razão do que achava que ia ter (eu sei, isto não fez muito sentido). Nem sei como é que a Riley não estava a ver o que este andava a tramar, porque nas últimas cenas com ele eu tinha os meus alarmes a soar a altos berros. Aliás, todas a interacções com ele me soaram a... falsas.

E há ainda o Beck. Adoro ver as cenas da Riley com o Beck, porque os dois se conhecem há imenso tempo, compreendem-se um ao outro muito melhor do que pensam, mas não conseguem deixar de implicar um com o outro. É uma tortura. A Riley continua a equivocar-se acerca dele, e só no fim do livro é que se apercebe dumas coisas, mas caramba, de certo modo foi too little too late.

Quanto aos capítulos finais, foram muito estimulantes, e conseguiram deixar-me um pouco em pulgas, já que algumas situações ficaram em suspenso. Mas dado que o próximo livro está a dois meses de distância, acho que vou conseguir não morrer de curiosidade.

Enfim, um segundo livro muito satisfatório. Diverti-me bastante e fiquei ainda mais cativada por este mundo de trappers e hunters de demónios. Acho que a autora consegue dividir bem a história pelos momentos engraçados e pelos momentos sérios, criando um livro que me faz virar as páginas à velocidade da luz.


Este conto relata a primeira captura de um demónio da Riley a solo. Permite fazer uma breve introdução do mundo e das regras no que toca a demónios. Achei algo irónico a ligação que este conto faz com o primeiro capítulo do primeiro livro, pois a Riley tem em ambos alguns problemas em capturar um Bibliofiend, um demónio de nível 1.

Uma história divertida e um complemento giro, mas felizmente que era gratuito, porque a recente moda de algumas editoras americanas lançarem um conto em versão e-book antes da série principal ser lançada e fazerem as pessoas pagá-lo parece pouco razoável. Se estão a tentar divulgar uma nova série de livros, faz mais sentido o conto ser gratuito, penso eu.

Páginas: 432

Editora: Macmillan

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Forsaken, Jana Oliver

I'm submitting this book to the 2011 Debut Author Challenge, hosted by The Story Siren.


Review: Welcome to Atlanta. It's 2018 and the city is bankrupt. To make matters worse, demons roam the streets, and it's up to the city's Demon Trappers to catch them. Riley is the first girl to become an Apprentice Trapper, so she wants to make her father, a Master Trapper, proud. But soon everything goes wrong, and Riley is soon

My mind set while reading this book was something like "OMG this is so cool! This is awesome! *squee*" Yes, I loved it. This book blends just the right amount of urban fantasy and slight apocalyptic tones. Besides, the YA part of it is not annoyingly angsty and isn't full of YA clichés, which is a good thing in my book. Also, the setting, with a city bankrupt that is falling apart, makes for the perfect and believable playground for demons escaped from Hell.

Riley Blackthorne is a great character. She knows how to trap a demon and kick ass, but she is also feminine and vulnerable. She got through so much, and yet she keeps going. Denver Beck is another great character. He's one of those characters you can't help being mad at the author for putting them through so much crap. But that's what makes him so interesting. Well, that and his "no bullshit" attitude. And the fact that he and Riley bicker so much, and misunderstand each other ocasionally, and then they bond over trapping and her father. The chapters kind of alternate between them, so we get to be in both of their heads. The sentences introduced in the chapters that convey their unspoken thoughts toward each other are pure gold.

Simon is adorable, quite interesting and a great love interest for Riley, but I don't see it lasting. Characters named Simon always end up being the third wheel. Or jerks. And who this guy named Ori? If he is supposed to be yet another love interest for Riley, he certainly didn't show up much, just for the last fourth of the novel. Besides, he gave me this "tall, dark, handsome and stakerish" feeling. I'm wondering if he may be something else entirely. Besides, between all these guys and Riley's best friend, Peter, what are you trying to do, Ms. Oliver? A love pentagon? I might faint of all that craziness. And yet, this didn't bother me as it should - I guess all the romantic stuff is just gleamed and hinted at.

The Trapper crowd is quite interesting, and they actually reminded me somewhat of the Hunters in the TV show Supernatural. Many of them have some personal tragedy, and they are a group of people fighting evil underhanded and overwhelmed. Harper stood out for me, thanks to his not-so-lovely attitude. I wonder what his personal tragedy is.

The story's pacing didn't leave me much time to breathe, actually. The author raises many questions and creates a very interesting world. I'm quite eager to learn more about what going on with the demons, and what's this big game Riley's apparently involved in. The ending... oh dear, all hell breaks loose. Again, I'm looking forward to see (read) where this is headed.

I'm already pining, itching and extremely impatient to read Forbidden, book #2, but then again people in Goodreads are talking about a big cliffhanger at the end of that one, so I'm not sure I should read it yet, since book #3 only comes out in February. What's a book lover's gonna do? Decisions, decisions...

Pages: 448

Publisher: Macmillan