sexta-feira, 13 de maio de 2016

Geek Girl - Agora sou chique, Holly Smale


Opinião: Ok, isto é definitivamente fofinho, adorável e divertido alternadamente. Mas, e que remédio, tem de haver um mas, eu beneficiaria muito mais disto se tivesse menos uma década ou coiso e tal em cima.

Porque o livro, a premissa, e a maneira como é escrito - tudo nele me lembra o Diário da Princesa, e como foi ler pela primeira vez esse livro. A diferença está mesmo no tempo que passou, na minha experiência literária e "rodagem", que são seguramente diferentes.

Se eu lesse o Diário pela primeira vez com esta idade, também sentiria o mesmo. Saber-me-ia a pouco, sentir-me-ia exasperada com os personagens e o decorrer do enredo, cansar-me-ia uma certa simplicidade da história. A diferença é que relendo as palavras da Mia, não me canso porque já as conheço, tenho uma ligação emocional com elas, e isso dá-lhe o benefício da dúvida.

Isto tudo para dizer, este não é um mau livro. Não de todo. Apenas, como disse ali em cima, soube-me a pouco. Podia ser mais longo, mais complexo. Podia não simplificar o mundo da moda desta maneira - tenham paciência, ninguém metia uma miúda de 15 anos em cima duns saltos altos, a fazer sessões fotográficas e passerelles, sem treino nenhum. É uma simplificação do trabalho que dá fazer estas coisas na vida real. Só tem o seu lugar porque é usada para efeito cómico.

O livro é tremendamente divertido. Há uma certa sensação de humor britântico que é engraçada de acompanhar, e as reviravoltas em que a Harriet se mete são tão engraçadas; foi certamente um gosto acompanhar.

Gostei de conhecer a Harriet e alguns dos personagens secundários. A Harriet porque o seu percurso é, ali nuns momentos, até triste. Entre uma bully da escola e a sensação que nunca vai ser aceite por quem é, levam-na a aceitar este desafio. E a ironia é que a Harriet, como quem é, é bastante fixe, com o seu amor por factos e o modo como pensa. É triste vê-la sentir-se forçada a ser "formatada".

Achei o pai dela muito engraçado, e adorei a sua dinâmica com a madrasta. Fora com o cliché da madrasta má, a Annabel adora a Harriet, e elas fazem um par temível. A Nat também era uma melhor amiga muito interessante, gostei de como ela tentou ultrapassar os problemas.

Não gostei do Toby, porque todo o conceito de stalker não é fofinho, é arrepiante, por mais inofensivo que o personagem possa ser. Sinto que este conceito é explorado e levado para a piada, mas não tem piadinha nenhuma.

Há ali certos momentos em que senti que o desenvolvimento do enredo podia estar mais apurado, e quem sabe até mais desenvolvido, mais explorado. Seria muito útil para criar uma melhor história.

No entanto, isto é coisa para me deixar curiosa, lá isso é, e espero que venham a publicar mais livros na série para eu poder espreitar e satisfazer a minha curiosidade. Gostava muito de poder continuar a acompanhar a Harriet.

Título original: Geek Girl (2013)

Páginas: 344

Editora: Porto Editora

Tradução: Alexandra Guimarães

terça-feira, 10 de maio de 2016

Flawed, Cecelia Ahern


Opinião: Hmmm. Eu sei quem é a Cecelia Ahern - como podia ignorá-lo, se tem pelo menos uma dezena de livros publicados cá -, mas nunca li nada dela, porque escreve num género que não me atrai muito.

Acho que por isso foi uma surpresa descobrir que ela se tinha aventurado a escrever um livro na faixa etária de YA, ainda mais a escrever uma distopia. Uma coisa tão diferente do que costuma ser a zona de conforto dela, é claro que eu havia de estar curiosa, se bem que não fazia propriamente planos de adquirir o livro. Devo o ele ter-me vindo parar às mãos ao Owlcrate, que me colocou a ler coisas que possivelmente nunca leria.

Tinha a sensação, por alguma má interpretação minha da sinopse, suponho, que a premissa de os personagens serem considerados Flawed neste mundo tinha mais a ver com imperfeições físicas. E não é nada disso. Num mundo que caiu no caos devido a passadas más decisões dos seus líderes, Flawed são aqueles que se comportam de algum modo errado no campo moral e/ou ético, não contribuindo para a sociedade e o seu desenvolvimento.

Podem ser más decisões, ou mentir, afastamento de algum modo, ou deslealdade para com a sociedade, ou ainda subtrair-lhe algo, ainda que abstracto. As razões são muitas para alguém ser considerado Flawed, e muito subjectivas; contudo, o que é certo é que alguém Flawed é a modos que ostracizado da sociedade, vivendo um conjunto diferente e mais rígido de regras.

Premissa intrigante. Possivelmente nada de novo, algo derivativa, mas achei interessantíssimo o que a autora fez com ela. Quase qualquer acção, se colocada na luz certa, poderia pôr alguém em sarilhos. O argumento que isto faz acerca de uma certa cultura de envergonhamento é fascinante.

A protagonista, Celestine North, é uma jovem lógica, que vê as coisas a preto e branco, e com uma confiança firme no sistema e no modo como funciona. Nada a persuadiria a desviar-se do seu caminho. No entanto, ao ver uma injustiça envolvendo um Flawed, não consegue deixar de intervir, o que a coloca em muito maus lençóis.

O que me cativou - e ainda foi muita coisa - acerca da posição da Celestine neste mundo a partir desta sua acção... um, o modo como muda a sua visão do mundo; ela deixa lentamente a sua visão a preto e branco e compreende o que está errado na sua sociedade.

Dois, o modo como a Celestine e as suas acções são interpretadas por todos. Ela acaba por se tornar um objecto de propaganda para ambas as facções, os defensores do status quo, e aqueles que querem uma mudança. A Celestine vê-se sem voz durante boa parte do processo, e lembra-me em parte a Katniss no Mockingjay, nas mãos de duas facções opostas e de mãos atadas quanto ao que podia fazer.

Três, gostei do percurso e evolução da protagonista ao longo da história. Ela não é propriamente fácil de gostar; agarra-se demasiado às convenções da sua sociedade, mesmo quando elas lhe falham; e o seu pensamento a preto e branco, a sua ingenuidade, o seu conservadorismo dificultam-lhe o caminho a todo o momento. Ela não deseja mudar o seu mundo, apesar de se ver nessa posição. E titubeia muito, vacila, precisamente por essa razão.

Contudo, aprende, aos bocadinhos, e vai evoluindo lentamente. Acho que é mais interessante de acompanhar por causa disso. Uma protagonista que não seja gostável não é sinónimo de mal caracterizada; na verdade, acho que a autora faz um óptimo trabalho a descrevê-la, tem o cuidado de não a destruir a nossos olhos. A maneira como ela funciona, como pensa, faz perfeitamente sentido.

O problema principal com o livro que eu poderia apontar são erros que eu atribuiria a possíveis ideias pré-concebidas acerca do que o género e a faixa etária são ou não são; há um desenvolvimento que me fez revirar os olhinhos - a Celestine passa algum tempo, quando detida, no mesmo espaço que outra pessoa à espera de ser "julgada". Um rapaz, com o qual não troca quaisquer palavras, apesar de partilharem o mesmo destino e preocupações com o que os espera.

É claro que a Celestine procede a obcecar com ele a cada momento que tem livre, e eu procedi a revirar os olhinhos com tal, porque minha mãezinha, eles nunca falaram! Ughhh tenham lá paciência, ligações profundas só com olhares, não tínhamos já ultrapassado essas cenas no Young Adult? E no entanto, vem um autor inexperiente qualquer sujeitar-nos ao mesmo, porque acha que é moda e esquece-se que é apenas parvo. Podemos matar este cliché, por favor? Duma vez por todas? Com fogo, veneno e afogamento?

Gostava de destacar ainda pequenas coisas do worldbuilding que me agradaram: o horror que é ser marcado como Flawed, que é arrepiante de ver, especialmente no caso da Celestine; isto passa-se, creio eu, no território das Ilhas Britânicas, que é uma mudança bem-vinda de cenário; e a protagonista é negra, o que é refrescante porque ainda há demasiada falta de diversidade étnica na literatura contemporânea.

Mais pequenos defeitos: há uma certa falta de detalhes em certos pontos do worldbuilding - adoraria saber mais sobre certos pormenores; e o final, que é demasiado aberto, no sentido em que não tem um clímax definido, parece apenas que a história termina a meio, não há sensação de fecho (presente mesmo na maior parte dos cliffhangers) - precisava de um melhor trabalho nesse aspecto.

De qualquer modo, o livro revelou-se uma boa surpresa, cativou-me e deixou-me interessada, e com vontade de saber mais sobre este mundo e sobre a sua história futura. Imagino que vou querer saber como continua.

Páginas: 336

Editora: Feiwel & Friends (MacMillan)

sábado, 7 de maio de 2016

Curtas BD: Wolverine

Wolverine: Logan, Brian K. Vaughan, Eduardo Risso
Começo a achar que metade da piada do Wolverine é aproveitar a sua vida longa para o colocar em eventos importantes ao longo da história. Certamente, é o que eu acharia e me interessaria se trabalhasse em BD.

Portanto, a premissa é bastante fixe. Qualquer coisa passada na Segunda Guerra Mundial ganha interesse logo à enésima potência, nem que seja para ver como é que o escritor vai incorporar a História na sua história e personagens.

Neste caso, é bastante cativante. O Wolverine é um prisioneiro de guerra em Hiroshima, 1945, o que nos diz logo como é que esta história vai acabar. Foge com outro prisioneiro, mas separam-se quando percebe que este outro prisioneiro é demasiado violento, até para o Wolverine.

A história é curta, mas contém muita coisa. O Logan é acolhido por uma jovem filha de um soldado kamikaze, mas o clima é interrompido pelo outro prisioneiro de guerra, enraivecido e determinado a matar todos os japoneses. Entretanto, a bomba cai, e os resultados não são bonitos, tendo em conta as capacidades do Logan.

A narrativa intercala com o presente, em que o Wolverine, recordando-se do seu passado, vai ao Japão para dar um fecho a esta história. A história é boa, mas a arte ainda é mais fascinante. Consigo definitivamente ver porque é que o artista tem tanta gente a dizer bem dele. Com um tão bom trabalho de luz e sombra, consegue transmitir mesmo bem uma certa atmosfera.

Wolverine: Origem, Paul Jenkins, Andy Kubert, Richard Isanove
Já tinha lido este livro, e até já tenho uma edição anterior em português, da Devir, comprada nos bons velhos tempos em que eu comprava BD em português nas bancas. Acho que nunca mais vou comprar BD naqueles moldes, mas pronto. Tenho pena, porque foi assim que comecei a ler BD.

Bem, acho que o mais interessante na história em mãos é uma certa dualidade sobre o seu propósito. O mundo não precisa necessariamente duma história de origem do Wolverine, ele funciona perfeitamente bem sem ela. Aliás, é provavelmente por isso que se passou tanto tempo sem lhe inventar uma.

Por outro lado, fico com a sensação que os escritores do Wolverine adoram explorar-lhe o passado e inventar coisas que lhe aconteceram, por isso, a inventar algo que seja o início do personagem, prefiro que seja esta.

É que é tão diferente do personagem que conhecemos, que estranhamente, para mim, funciona. O Logan começa como James Howlett, um miúdo enfermo - uma noção hilariante, se pensarmos bem - numa família de posses, num Canada ainda muito inexplorado. Uma tragédia na mansão leva-o e a uma rapariga que trabalhava para a família a fugirem, terminando numa pedreira, onde o jovem James vai crescer e tornar-se em alguém muito diferente do esperado.

Acho que é por isso que resulta. Temos as óbvias referências ao presente do Logan, mas a diferença é suficiente para podermos separar as duas fases do personagem. O enredo tem foco, direcção, e pode ter alguns momentos fracos, mas é cativante o suficiente para manter o interesse.

O melhor de tudo é, claro, o trabalho de cor, que é tão bonito, nada a ver com um estilo mais clássico de BD, mas muito adequado para uma narrativa histórica, e bem, enche o olho.

Wolverine: Origem II, Kieron Gillen, Adam Kubert
Ah, infelizmente esta história não é tão especial como a anterior. Tem menos foco, menos direcção, e não acrescenta nada de novo à história do personagem. Tem algumas menções e ligações ao resto do mundo mutante que virá a acontecer, mas é tudo mais desinspirado, menos vibrante.

O Wolverine começa a história algum tempo depois da anterior, e está literalmente a correr, e a viver, com os lobos. Só que um urso polar manipulado e sanguinário destrói-lhe a "família", o que muda aquilo que se tinha tornado a sua rotina, e aterra com ele... no circo, a fazer de atracção.

Não sei, não me cativou, não me captou a atenção como a anterior. Tem alguns momentos engraçados, como a presença de pessoas com o apelido Creed, só que a revelação é feita tarde demais, e honestamente, aquilo que parte da cena final é que devia ser a história. O personagem apresentado tem um historial tão grande com o Wolverine que isso é que teria interesse explorar.

A arte é bem mais interessante, e tem alguns detalhes giros; reparei que no primeiro número a coloração é um pouco diferente, a puxar mais para a da história anterior, e faz sentido para separar do resto da história, que tematicamente é algo diferente.

terça-feira, 3 de maio de 2016

The Serpent King, Jeff Zentner


Opinião: Nem sei bem como comentar este livro. Havia um burburinho tão grande em torno dele, e as pessoas andavam todas loucas, e isso normalmente assusta-me um bocadinho. Além disso, acabei a ler algumas opiniões de bloggers que sigo e com que normalmente me identifico. Uns adoraram; outros, nem por isso. Aliás, as coisas que destacavam na sua opinião fizeram-me pensar que podia vir a não gostar também.

Além disso, havia a questão de o livro vir numa caixa do Owlcrate, e isso dá um pouco mais de pressão para gostar dos livros, ou uma pessoa sente que está a deitar o dinheiro à rua.

Bem, suponho que no fim isso tudo não interessa nada. Sim, eu acabei por gostar, e sim, é assim tão impressionante para um primeiro livro. Pronto, está bem, por vezes o burburinho até tem razão. Concedo isso relutantemente.

Ok, o que precisamos de saber sobre o livro é que o autor escreve lindamente e atmosfericamente sobre o Sul dos Estados Unidos. Fala do que é viver numa cidadezinha pequena, cheia de mentes tacanhas, e dominada pela religião como só o Sul, parece, é dominado pela sua relação com a religião.

E ele escreve sobre isso com respeito. Um dos conflitos principais do Dill, um dos protagonistas, é ter um pai pastor - e esta parte seguinte é um bocado difícil de explicar, porque só nos EUA é que este tipo de coisa havia de fazer sentido -, de um ramo/movimento protestante que manuseia cobras na eucaristia como forma de experiência religiosa.

Pronto, o que eu quero dizer mesmo é que o autor lida com isso com respeito. Seria demasiado fácil gozar com esta premissa, mas o foco aqui é a questão da fé, e a difícil relação que o Dill tem com os pais e com as suas acções. O tipo muito particular de religião é apenas a base para isto, e até é fascinante acompanhar este aspecto.

A caracterização dos protagonistas é tão cativante. É um grupo de três amigos que se prepara para começar o seu último ano no secundário; uns vão partir e libertar-se desta cidade tacanha, outros não, e isso é o conflito principal entre eles.

Adorei a Lydia, tão sarcástica e pronta a zarpar dali para fora; ela é a melhor ajustada dos três, porque tem pais que a amam e querem o melhor para ela. Achei tão interessante que ela tivesse um blog de moda e lifestyle, e que se estivesse a tornar numa pequena celebridade online. É uma maneira curiosa de contrapor o feitio cosmopolita da Lydia ao ambiente de cidade pequena, e até faz muito sentido com o ambiente online de hoje em dia.

O Travis, bem, o Travis é adorável. O ambiente familiar é complicado porque o irmão dele morreu na guerra, e o pai tem um feitio violento; mas o Travis lida com isso refugiando-se na leitura, usando os livros duma série de fantasia tipo A Song of Ice and Fire, do George R.R. Martin. Leva um bastão para todos os lados por causa dos livros, e o seu optimismo inabalável fã-lo aceitar que ficará na sua cidade. Aquilo que lhe acontece no livro parte-me o coração.

O Dill, bem, é complicado. Carrega às costas a ideia de não ser merecedor, algo relacionado com a sua fé, mas também com a situação familiar. Que é muito complicada. Os actos do pai tornaram-no num pária. Convenceu-se que nunca sairá de Forrestville, o que o faz ressentir-se com a Lydia e a sua aparente excitação para sair da cidade. É bastante talentoso a escrever música e tocar guitarra, mas a sua situação é tão sufocante que não consegue ver isso.

Há uma coisa que lhe dá alguma esperança a meio do livro, mas depois uma tragédia acontece, e tiram-lhe o tapete de debaixo dos pés, e bem, o poço de desespero em que cai... proverbial gota que fez o copo transbordar. A descrição destes momentos é impressionante, foi tão aflitiva de seguir... mas é o próprio Dill que tem de sair sozinho do "local" onde está.

Acho que só posso dizer que fiquei satisfeita com as decisões dele, e de onde isso o leva e levará. Porque a história termina em aberto, bastante em aberto, mas com a sensação que coisas grandes esperam estes miúdos. É um bom sentimento para se ter, à beira de ir para a universidade e mudar de vida.

Por fim, destaque para a escrita, porque é mesmo atmosférica e bonita, prestando-se a criar lindamente o cenário e fazer uma boa caracterização. É claro que o livro não é perfeito, dá em partes alguma sensação de ser um primeiro livro, mas nada incómodo, e não gosto menos dele por isso.

Páginas: 384

Editora: Tundra Books (Penguin Random House)

sábado, 30 de abril de 2016

Este mês em leituras: Abril 2016

Ah, gostei bastante deste mês de leituras, sinto-me tão satisfeita com ele. Fico com a sensação de que li muitas e boas e variadas coisas este mês. É uma boa sensação para se ter.

Livros lidos


Opiniões no blogue


Os livros que marcaram o mês

Perdida, Carina Rissi - não é nada de especial, mas é um livro giro, que dá uns momentos bem-passados, e cuja premissa me caiu no goto;
A Study in Charlotte, Brittany Cavallaro - aqui foram os personagens que me agradaram muito, gostei mesmo de como a autora os caracterizou, e gostei de algumas coisas que ela fez com o enredo e o mundo apresentado;
Because of Miss Bridgerton, Julia Quinn - é Julia Quinn, como não gostar... não é brilhante, mas é muito divertido, e o início duma nova série dela com muito para dar, espero;
A Abadia de Northanger, Jane Austen - foi uma releitura muito bem-vinda, porque me fez ver a história e a sua protagonista sob um novo prisma - adorei a Catherine;
The Serpent King, Jeff Zentner - acabou por se revelar um livro fascinante, com uma descrição do Sul americano cativante, uma bela caracterização dos seus personagens, e uma apresentação muito interessante da religião e de como influencia a vida numa pequena cidade.

Outras coisas no blogue


Aquisições

As aquisições literárias do mês. À esquerda, ao alto, os livros da colecção Super-Heróis DC. Depois, dois livros que adquiri com dinheiro em cartão, o Perdida e o Tu, Eu e Todo o Tempo do Mundo. Já o da Jane Austen comprei por impulso e por curiosidade, porque queria pegar num desta colecção dos clássicos.

Entre os livros deitados, lá em cima, mandei vir a edição em papel do The Proposal, apesar de já ter lido, porque prefiro ter uma versão em papel, como já tenho de todos os outros livros da Meg que li. Encomendei também o novo lançamento da Julia Quinn, claro, e os livros da Meg Cabot para o desafio da autora.

O Something Strange and Deadly foi uma oferta, uma provavelmente demasiado bem escolhida, porque esta autora é parceira de escrita da Sarah J. Mass, e eu gosto muito da Sarah, mas cheira-me que ambas têm um gosto especial em torturar os seus leitores.

Estava muito curiosa acerca do A Study in Charlotte, por isso claro que tinha de vir cá parar; já o The Winner's Kiss, claro que lhe tinha de pôr as mãos em cima, é o último da trilogia. Agora falta ganhar coragem para lhe pegar, que imagino que a autora tenha também reservadas algumas torturas especiais para nós. Seria muito típico.

Por fim, decidi adquirir os livros da colecção de ficção científica do Público. No conjunto, fazem uma lombada bem gira; faltam dois, e estou curiosa para ver o que falta.

A ler brevemente

Tenciono ler os lançamentos de Maio das autoras que sigo, como a Jennifer L. Armentrout, a Sarah J. Maas, a Meg Cabot (este lançamento, e mais um livro para o desafio), e a antologia editada pela Stephanie Perkins, que parece adorável.

Dos livros que ficaram para trás, quero ver se ganho coragem para o Something Strange and Deadly e para o The Winner's Kiss. E para o Tu, Eu e Todo o Tempo do Mundo; já li que a autora escreve coisas emocionais e tortuosas, por isso... parece tanto drama no mesmo mês, céus. Não sei se aguentaria.

Fora isso, quero continuar a explorar as colecções de BD que estou a fazer. Aqui vemos os livros dos Super-Heróis DC.