terça-feira, 17 de agosto de 2010

A Praga de Sebastian Rook

Sinopse: Ben, Emily e Jack esperam ter um Natal calmo em Londres para poderem celebrar a vitória sobre as hordas de vampiros. Mas não é isso que vai acontecer. Os vampiros podem ter-se ido embora, mas Londres está prestes a ser invadida por uma nova praga.

Os mortos-vivos despertaram e estão esfomeados... O novo mal é ainda mais aterrorizador, pois parece ser impossível exterminar estas criaturas. Será que o trio vai conseguir derrotar a ameaça misteriosa que paira sobre a cidade?

Opinião: Os três jovens, Ben, Jack e Emily, esperavam ter um Natal descansado após terem derrotado o terrível Camazotz, o deus-vampiro, no México. Mas coisas estranhas começam a acontecer em Londres e cedo os jovens descobrem que têm outros tipo de criaturas sobrenaturais à perna...

As criaturas chamam-se lampiros e parecem uns vampiros, com algumas características parecidas com as da lenda vampírica, com uma pitada de mortos-vivos, pois um indivíduo, ao ser infectado com a praga do título e morrer com a mesma, levantar-se-à da sepultura para beber sangue dos vivos. Gostei da criação desta mitologia.

A história e a escrita continuam a ser simples, adequadas a um nível infanto-juvenil, com alguns apontamentos de humor bem adequados.

Curiosidade: Sebastian Rook é um pseudónimo, usado nos três livros anteriores por Ben Jeapes; a partir deste livro, é usado por Helen Hart - daí que os arcos da história sejam diferentes nas duas trilogias desta colecção.

Título Original: Plague (2005)

Páginas: 160

Editora: Quidnovi (livros disponíveis com o Correio da Manhã)

Tradutora: Idalina Morgado

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