terça-feira, 31 de janeiro de 2017

Os destaques de 2016

E já vêm tarde. Mas como mencionava no post anterior, tenho tentado fazer sair alguns posts mais prementes antes. Tal e qual como no ano anterior. De qualquer modo, não podia deixar o mês acabar sem sair este post em particular. E também disse o mesmo no ano anterior... sim, estou a repetir-me. Eh.

De qualquer modo, aqueles que mais me caíram no goto em cada categoria estarão destacados com imagem com link para a minha opinião; e reservo-me o direito de fazer menções honrosas onde vir que é adequado. (Excepções feitas às releituras, à banda desenhada, que não há vida para juntar tanta imagem, e às desilusões, que não merecem ser recordadas.) E sim, no final tenho uma pequena categoria para as desilusões do ano.


Os destaques de 2016

Fantasia


Os suspeitos do costume. Digo isto porque neste conjunto só há autoras já lidas por mim no passado... suspeito que qualquer coisa que saia da pena da Cassandra Clare e da Sarah J. Maas venha a ser minha favorita (até a última, que mesmo quando faz coisas que não me agradam particularmente, escreve um favorito).

A Leigh Bardugo juntou-se facilmente a esse conjunto, com esta duologia sobre adolescentes criminosos a dar um golpe, bem como a Marissa Meyer, que mesmo fora das Lunar Chronicles escreveu um livro soberbo. Já a Juliet Marillier pertencia lá há muito, e a Marie Lu posicionou-se bem para vir a pertencer a ele, com esta trilogia focada numa anti-heroína/vilã. E a Marie Rutkoski seria uma boa candidata, se eu vier a ler mais coisas dela, porque também esta trilogia fechou brilhantemente.

Menções honrosas: Rainha Vermelha, Victoria Aveyard; Something Strange and Deadly, Susan Dennard; A Rainha de Tearling, Erika Johansen; Ghostly Echoes, William Ritter.
(Tudo bons livros que simplesmente não chegaram ao patamar de "oh meu Deus, isto é a melhor coisa desde a invenção da roda", mas que me encheram as medidas na mesma.)

Contemporâneo

The Serpent King foi um favorito surpresa, porque eu não estava nada à espera de gostar, mas o autor surpreendeu-me com a profundidade emocional da sua história. Já The Problem With Forever "peca" do mesmo, achei a história incrivelmente realista, mas a diferença é que é escrito por um autor já favorito. Kindred Spirits é um conto curtinho, mas contém tanto em tão pouco; e Every Move é duma autora que já se tornou favorita, e foi o final duma série que eu não queria que acabasse, mas que me encheu as medidas.

Menções honrosas: A Study in Charlotte, Brittany Cavallaro; Lock & Mori, Heather W. Petty; 9 de Novembro, Colleen Hoover.
(Os dois primeiros só não têm mais destaque porque ainda não estou preparada para promover um retelling Sherlockiano depois da Ellie Marney. Têm que desabrochar primeiro e melhorar umas coisinhas. A Colleen não tem mais destaque porque já escreveu coisas que não eram nada minhas favoritas, e tem os seus problemas.)

Ficção Científica


Mesmo a escrever uma antologia a Marissa Meyer me cativa completamente. (E foi tão bom rever estes personagens.) E a grande surpresa do ano foram estes dois livros por Amie Kaufman e Jay Kristoff. Nunca esperaria vir a gostar tanto, mas adorei o modo como a história se desenvolveu e como é apresentada.

Menção honrosa: The Love That Split the World, Emily Henry.
(Esta história agradou-me, para minha surpresa. E tem umas reviravoltas e um par de protagonistas absolutamente fascinantes.)

Releituras

(Continuam a ser favoritos.)

Banda Desenhada

(Estes volumes do Batman pela dupla Snyder/Capullo parecem-me realmente bons. O Sandman é de outro mundo; e o 1602 é do mesmo argumentista e igualmente fantástico.)

Menções honrosas: Eu Mato Gigantes, Joe Kelly, J.M. Ken Niimura; Sorri, Raina Telgemeier; toda a série Dog Mendonça e PizzaBoy, Filipe Melo, Juan Cavia, Santiago Villa; Os Surpreendentes X-Men: Sobredotados e X-Men: Perigosa, Joss Whedon, John Cassaday; Quarteto Fantástico: Além da Imaginação e Quarteto Fantástico: Ação Decisiva, Mark Waid, Mike Wieringo.

As desilusões de 2016

(Ao contrário do que possa parecer, estes livros não são maus. Só desapontadores; tinham obrigação de ser bem melhores. Excepto o Viagem à Procura de Mim e o Awaken. Esses são mesmo mauzinhos.)

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E... é o fim. Para o ano há mais. As boas e más leituras esperam-me, tenho a certeza.

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